É a segunda forma mais comum de cranioestenose, sendo responsável por até 25% dos casos. O fechamento de uma sutura coronal recebe o nome de plagiocefalia anterior enquanto o fechamento das duas suturas é denominado de braquicefalia (comumente encontrada em cranioestenoses sindrômicas). Acomete predominantemente o sexo feminino (60%) e com incidência similar em ambos os lados.
A fusão precoce da sutura coronal leva a um achatamento do osso frontal e da rima orbitária ipsilateral à fusão, com uma bossa frontal compensatória contralateral. A fusão prematura da sutura coronal causa um desvio na base do crânio e alteração na posição das órbitas, assimetria de sobrancelhas, assimetria na posição das orelhas, desvio do nariz, desvio da mandíbula e alteração da oclusão, com importante comprometimento estético. Estrabismo é um achado comum (50% a 60% dos casos) e decorre de alterações morfológicas no teto da órbita e tróclea, alterando a função do músculo oblíquo superior.
O tratamento cirúrgico é indicado para a correção da deformidade morfológica do crânio e suas repercussões na face, mas também devido ao estrabismo e aos riscos de desenvolvimento de hipertensão intracraniana. Indicamos o procedimento entre os 6 e 9 meses de idade, quando já existe uma maturidade óssea suficiente para o remodelamento e avanço da órbita.

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